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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

sugestão para vestir ao final do ano

ENVIO PARA TODO BRASIL











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domingo, 23 de outubro de 2011

Domingo







 FILME DELICIOSO < SAI DO CINEMA ME SENTINDO COM 20ANOS NOVAMENTE,  MUSICA FICOU GRITANDO EM MINHA CABEÇA A SEMANA INTEIRA!!!!!!!!!!




terça-feira, 13 de setembro de 2011

Livro do mês

A mulher de trinta anos.
Do prefácio de Philippe Berthier
"Trata-se (...) de uma meditação complexa, mas profundamente conservadora, sobre os danos da transgressão social e moral, o inelutável cortejo de catástrofes que ela implica: os "primeiros erros" inauguram uma fatalidade que, de elo em elo, semeará a desgraça numa família, inevitáveis seqüelas da irresponsabilidade e da desobediência. Julie é uma jovem encantadora, mas principalmente uma desmiolada que se enamora pelo que há de mais superficial (a beleza física) para ligar sua vida à de um imbecil e egoísta: de nada adiantam as advertências do pai (numa cena que se repetirá na geração seguinte por duas vezes, ilustrando a triste verdade prática segundo a qual, para sua grande desgraça, os filhos não ouvem jamais as advertências dos pais, eterno retorno da cegueira das paixões). Apesar dos sinistros presságios de um número maldito — o décimo terceiro domingo de 1813 —, e já às vésperas da débâcle histórica em que a nação vai se precipitar, um destino individual sela, por frivolidade, seu desastre. Filha rebelde, Julie toma o caminho da afirmação do desejo pessoal a qualquer preço, que, para Balzac, é sempre fatal, porque ignora a necessidade da submissão às altas exigências da existência social.
"O trauma de uma noite basta para aquilatar a brutalidade de Victor, que não tem a menor idéia das expectativas de sua esposa. Incapaz de fazer com que ela partilhe seus prazeres, ele a trata como mero objeto sexual. Esse medíocre inconsciente não vê praticamente nenhuma diferença entre seu cavalo e sua mulher, que logo passa a sentir por ele apenas piedade e desprezo. Balzac não é condescendente com a fatuidade masculina e tampouco com a leviandade feminina. O casamento aparece então como uma odiosa impostura, uma prostituição legal. Nesse mercado de tolos, a mulher tem infinitamente mais a perder que o homem, pois a opinião pública costuma ser indulgente com todas as faltas deste, enquanto que ela permanece prisioneira de seus deveres; a reprovação geral que sancionaria qualquer falta de sua parte afigura-se a Balzac como a punição pela infração às leis ou o sintoma de "tristes imperfeições das instituições nas quais repousa a sociedade européia" (leia-se: os casamentos "arranjados" por questões de interesse). Armadilha mortal para a mulher que não soube (ou não pôde) escolher seu esposo, o casamento exige, com razão, que se honre o pacto solene firmado diante de Deus e dos homens; ele garante aos indivíduos imensas vantagens, mas também exige sacrifícios, e é o cúmulo do ilogismo interessado pretender se furtar a suas obrigações, ao mesmo tempo em que se tira partido de suas prerrogativas. Afinal de contas, comenta ferozmente Balzac, os infelizes sem pão, que respeitam a propriedade alheia, não são menos de lamentar que as mulheres infelizes em função de uma má escolha conjugal. Julie recebe o funesto pagamento à sua imaturidade juvenil, à sua incompreensão dos grandes imperativos — prescritos pela sociedade para que possa subsistir —- do alcance destes. O amor de Arthur — sublime mas, de forma masoquista, repelido — apenas confirma a contrario o caráter carceral que a instituição do casamento tem para a mulher."

"Nunca devemos julgar as pessoas que amamos. O amor que não é cego, não é amor."
"O ódio tem melhor memória do que o amor."
"É mais fácil ser amante do que marido, pois é mais fácil dizer coisas bonitas de vez em quando do que ser espirituoso dias e anos a fio.."
Honoré de Balzac

domingo, 23 de janeiro de 2011

Preconceito

Hoje eu li num blog que eu acompanho :

"Eu tenho problemas com capas que trazem o nome do autor maior que o nome do livro, isso é quase um certificado de que o livro é ruim, mas nesse caso vou dar um desconto porque é claro que a editora ia querer chamar atenção pro fato do livro ter sido escrito pelo Dr House.

Por sinal, dizem que a narrativa tem muito do humor que Hugh Laurie coloca na série. No começo não levei muita fé, mas dizem que a história do vendedor de armas que um dia se vê obrigado a matar alguém e foge pra não ter que fazê-lo é bem escrita. Pela curiosidade, fiquei bem a fim de ler."


 preconceito acontece até quando se julga um livro pela capa(literalmente) sem nem sequer abrir o livro.
Eu leio, independente da capa, só julgo um livro depois que eu abro e leio.


todo mundo fala de Paulo Coelho por exemplo, nem se quer lêem ,mas falam dele como uma literatura comercial, ruim e etc
Mas ele tem livros excelentes como :
'' Nas margens do rio Piedra eu sentei e chorei'' ao qual super recomendo!
e livros chatissimos (pra mim) como ''O monte cinco''  ou o ultimo '' O vencedor estar só''
E, ao julgar um livro deve se levar em conta tantas coisas... seu estado de espirito,  sua maturidade e etc.
Há 18 anos atrás eu li pela 1º vez '' BRIDA'' e tinha tudo haver com o que eu passava naquele determinado momento de minha vida,alguém com essa mesma idade descobrindo os percalsos do primeiro amor junto a todas as fantasias que essa idade traz,
eu voltei a ler no ano passado, achei bobo!!!!!!!!!!!!
um livro é assim , e se ele ultrapassa os momentos é porque faz parte de vc.
um abraço e boa leitura!


seja bem vinda faby


terça-feira, 11 de janeiro de 2011

LIVRO DA SEMANA

Livro delicioso ,
  Engraçado como alguém tem várias facetas... em geral não gosto dos comentários políticos dele,acho sempre caótico e sarcástico demais ,até tenho muito senso de humor ,mas não consigo achar graça na cena politica do país.
Mas como escritor e, no cinema, ele é excelente. o livro conta passagens de sua vida e cronicas sobre romances e opiniões. RECOMENDO.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

LIVRO DA SEMANA

Vou sugerir um livro de vez enquando, fazendo um resumo prévio dele, sem compromisso com ser  lançamento ou não. o de hoje é:
''A ponte para o sempre'' de Richard Bach
Apesar dele não ser um romancista ,Ele descreve a história de amor dele primorosamente, é daqueles livros que não entendemos porque ainda não virou filme.

A ponte para o sempre é a busca de Bach para encontrar a alma gemea ,para compreender o amor , no meio dessa busca é surpreendido por tempestade de riqueza e sucesso,desastre e traição, ele abandona a busca e constroi muralhas para proteger -se.
Conhece então a mulher linda e inteligente que pode libertá-lo e inicia com ela uma viagem de transformação, e descoberta mágica do amor e da alegria.


Esse é o meu, Já li muitas vezes.se  vê  pelo estado dele! recomendo demais!
um beijinho!

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Martha medeiros

''Uma Mulher é apenas uma mulher, Mas uma mãe é um vulcão,um furacão,uma enchente, uma tempestade,um terremoto. Uma mãe é invencivel.Não há perda que ela não transforme em força.Não há passado que ela não emoldure e coloque na parede. não há medo que a mantenha quieta por muito tempo''
(Doidas e Santas de martha medeiros)

adoro como descreve bem os sentimentos, este livro é todo maravilhoso 231 páginas de alimento pra alma! recomendo demais.
e já que estou me metendo a recomendar tem um filme chamado "Elsa e Fred" Uma história de amor muitissimo engraçada de 2 velhinhos que se apaixonam aos 80 anos  .divirtam-se!
Um beijinho.


P.S :copiando o blog dindoun dou boas vindas as minhas novas seguidoras : Simara, juliana, e sandra.

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